Justiça nega recurso, e Gentili terá que indenizar enfermeiros

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Justiça nega recurso, e Gentili terá que indenizar enfermeiros

Humorista foi condenado em abril do ano passado a pagar indenização a sindicato que representa a categoria por postagem em que buscava asilo em que en

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Humorista foi condenado em abril do ano passado a pagar indenização a sindicato que representa a categoria por postagem em que buscava asilo em que enfermeiras ‘batem umas pros véios’. Pedidos de Gentilli nem chegaram a ser analisados por ele não ter pago corretamente as custas do processo.

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Justiça nega recurso, e Gentili terá que indenizar enfermeiros. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou um recurso apresentado por Danilo Gentili e manteve uma decisão que o obriga a pagar R$ 41,8 mil ao sindicato dos enfermeiros. A indenização foi imposta ao apresentador após uma publicação feita em suas redes sociais envolvendo enfermeiras e masturbação.

A ‘piada’ foi feita por Gentili em dezembro de 2020.

– Vocês sabem se existe um asilo especializado onde as enfermeiras batem umas pros véios? Essa tem sido uma preocupação minha quando penso no futuro. Existe esse tipo de serviço? – questionou.

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Publicação feita em suas redes sociais

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Após o episódio, o sindicato dos enfermeiros acionou a Justiça. O apresentador argumentou que estava exercendo seu direito constitucional à liberdade artística e disse que a piada era uma referência a uma comédia italiana.

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Sua defesa também apontou que não era possível concluir com uma piada que ele estava “incentivando o assédio moral e sexual contra a categoria dos enfermeiros ou que seja o responsável pela violência doméstica que existe contra as mulheres desse país”

Ao decidir pela condenação em abril de 2021, o juiz André Salvador Bezerra, da 42ª Vara Cível de São Paulo, entendeu que o humorista “fez uso de sua condição de pessoa pública para ofender toda uma categoria profissional”.

O magistrado também apontou que Gentili legitimou “seculares formas de opressão contra as mulheres – inseriu a profissão de enfermeira como uma função a ser ocupada por mulheres para servir sexualmente a ele, o homem branco”.

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