Presidente promete ajuda a 750 mil caminhoneiros

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Presidente promete ajuda a 750 mil caminhoneiros

Anuncio foi realizado no município de Sertânia, para inauguração do Ramal do Agreste, na região semiárida de Pernambuco. Nesta quinta-feira (21) de o

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Anuncio foi realizado no município de Sertânia, para inauguração do Ramal do Agreste, na região semiárida de Pernambuco.

Nesta quinta-feira (21) de outubro, o presidente Jair Bolsonaro garantiu que na próxima semana irá anunciar uma ajuda de custo para 750 mil caminhoneiros autônomos, como forma de compensar a alta do óleo diesel. Sem apresentar números para a ação, o presidente voltou a culpabilizar os governadores pela inflação dos alimentos e do preço dos combustíveis e disse estar fazendo “o possível”.

“Decidimos então… Os números serão apresentados nos próximos dias… Nós vamos atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 mil caminhoneiros receberão uma ajuda para compensar o aumento do diesel”, confirmou o presidente em discurso para apoiadores.

A declaração foi em discurso em Sertânia, em Pernambuco, onde Bolsonaro esteve para inaugurar um ramal de distribuição de água no agreste do estado.

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No mês de setembro, a Petrobras anunciou reajuste no preço do diesel vendido às distribuidoras. Com o reajuste, o preço médio de venda do diesel passou de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,25 por litro. O reajuste entrou em vigor em 29 de setembro.

Nas bombas, dados da ANP mostram que, na semana passada, o valor médio do litro do diesel foi de R$ 4,97 e máximo, de R$ 6,41.

Nesta semana, o governo federal se viu em meio a ameaças de paralisação nas estradas brasileiras por parte dos caminhoneiros
autônomos. Estes que representam uma fragmentação do total de caminhoneiros que atendem a logística do país.

Pelo menos três entidades nacionais de trabalhadores vinculados ao setor de transporte de cargas anunciaram que decidiram
decretar estado de greve e que vão deflagrar uma greve nacional a partir de 1° de novembro, se o governo federal não atender
reivindicações que remontam à paralisação dos caminhoneiros em 2018.

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