Preço do gás de cozinha aumentou mais de 60% em 3 anos

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Preço do gás de cozinha aumentou mais de 60% em 3 anos

Os preços dos combustíveis continuam pressionando o orçamento do brasileiro. Na primeira semana de maio, de acordo com levantamento da Agência Naciona

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Os preços dos combustíveis continuam pressionando o orçamento do brasileiro. Na primeira semana de maio, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, a gasolina comum foi comercializada ao preço médio de R$ 7,79 nas bombas do país.

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O etanol, que poderia ser uma opção para muitos motoristas, também está com preços em patamar elevado há meses. Na semana passada, por exemplo, o litro foi comercializado, na média, a R$ 5,44.

Outro derivado do petróleo essencial da vida do brasileiro e que também vem castigando as contas do mês é o GLP, o famoso gás de cozinha.

O preço médio atual do botijão de 13 quilos é de R$ 113,11. A ANP não encontrou, na semana passada, nenhum ponto de venda comercializando o botijão a menos de R$ 88 e o valor mais alto cobrado pelo item, há pelo menos 4 semanas, é de R$ 160,00.

Desde 2016, a política de reajustes da Petrobras considera o PPI, ou preço de paridade de importação, que, de uma maneira simples de explicar, atrela os valores cobrados aqui às cotações internacionais.

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Em um cenário como o atual, de alta nos preços internacionais do petróleo e real desvalorizado em relação ao dólar, o bolso do brasileiro sofre.

Além disso, segundo a senadora do MDB do Mato Grosso do Sul e pré-candidata à presidência da República, Simone Tebet, a instabilidade política no Brasil também é um fator que contribuiu de forma negativa.

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Para se ter uma ideia, em apenas 3 anos, o gás de cozinha aumentou mais de 60%. No começo de maio de 2019, o botijão de 13 quilos custava em torno de R$ 69, na média – uma diferença de mais de R$ 40 em relação aos mais de R$ 113 cobrados atualmente.

Vale destacar que, em 2019, o salário-mínimo no país era de R$ 998 e o botijão, então, representava cerca de 7% dos piso nacional. Agora em 2022, o consumidor compromete cerca de 10% do mínimo de R$ 1.212 para comprar o botijão.

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