Uma pesquisa feita pela Agência Brasil demostra que a procura pelo ensino EAD cresceu significativamente no Brasil.Conforme apontam os dados da
Uma pesquisa feita pela Agência Brasil demostra que a procura pelo ensino EAD cresceu significativamente no Brasil.
Conforme apontam os dados da Agência Brasil, dos mais de 3,7 milhões de ingressantes de 2020 nas instituições públicas e privadas do Brasil, mais de 2 milhões resolveram optar pela modalidade de ensino remoto, ou seja, Educação a Distância (EAD).
Em contrapartida, cerca de 1,7 milhão de pessoas optaram pelo ensino presencial. Desse modo, estima-se que essa procura está cada vez crescendo mais e tornando-se uma modalidade de ensino “ideal”, visto que permite otimizar o tempo e conciliar tanto o trabalho quanto o estudo.
Nas universidades públicas, por exemplo, quando os cursos são noturnos, essa conciliação também torna-se possível. O que acaba atrapalhando muito a vida dos trabalhadores, no entanto, é o fato de que muitos cursos ainda são diurnos, matutinos e vespertinos.
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Esse modelo de ensino, portanto, é atrativo devido ao preço baixo que as universidades privadas colocam nas mensalidades, o que acaba chamando atenção de uma parcela da população.
De acordo com Luís Carlos Beltrami, Pró-reitor de Marketing, Comercial e Relacionamento da Universidade Tiradentes (Unit), o EAD receberá algumas melhorias, como “implementação de ferramenta omnichannel para atendimento aos alunos e candidatos, que irá unificar todos os canais de atendimento em um único fluxo; Implementação de metodologias do Customer Experience (CX) para melhoria do atendimento aos clientes; Reestruturação da área de atendimento e central de atendimento; Implantação de Matrícula Online, permitindo uma automação da matrícula e simplificação do processo de ingresso à Instituição”. Além disso, outro ponto fundamental que ajudou nessa escolha dos ingressantes foi a pandemia da Covid-19.
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