Justiça dá 72 horas para governo esclarecer alta dos combustíveis

HomeNOTÍCIAS

Justiça dá 72 horas para governo esclarecer alta dos combustíveis

A Justiça Federal do Distrito Federal deu um prazo de 72 horas para que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Petrobras se manifestem sobre o aumento d

Gasolina e etanol variam para baixo nas bombas
Quanto gasta para manter um carro elétrico?
Preço da gasolina registra nova alta e atinge valor recorde
PUBLICIDADE

A Justiça Federal do Distrito Federal deu um prazo de 72 horas para que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Petrobras se manifestem sobre o aumento dos preços dos combustíveis anunciado pela petrolífera nesta quinta-feira (11) de março.

PUBLICIDADE

Justiça dá 72 horas para governo esclarecer alta dos combustíveis. A decisão da juíza Flávia de Macêdo Nolasco, da 9ª Vara Federal do Distrito Federal, atende a um pedido feito pela Frente Parlamentar Mista do Caminhoneiro Autônomo e Celetista, que reúne 235 deputados e mais 22 senadores.

O reajuste dos combustíveis da Petrobras foi anunciado ontem, após pós 152 dias, de acordo com a empresa. No total, a gasolina teve alta 18,7%; o diesel de 24,9%; e o gás de cozinha de 16%. Segundo a Petrobras, o movimento “vai no mesmo sentido de outros fornecedores de combustíveis no Brasil que já promoveram ajustes nos seus preços de venda”.

Após a medida, a Frente Parlamentar Mista do Caminhoneiro Autônomo e Celetista acionou a Justiça e pediu a suspensão dos reajustes.

PUBLICIDADE

Leia também:

Na ação, eles pediram a “cessação de atos e omissões fundadas em prática inconstitucional, ilícita, antiética e imoral, lesiva aos consumidores dos derivados básicos de petróleo em território nacional afetados pela decisão política de fixação de preços imotivadamente vinculados a paridade internacional”.

Em sua decisão, a juíza intimou “os representantes judiciais dos réus, por mandado, para a manifestação prevista em lei”. O despacho pode ser visto aqui.

Além da Frente Parlamentar Mista do Caminhoneiro Autônomo e Celetista, também são autores do pedido o CNTC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas), o Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas) de Guarulhos (SP) e o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Jundiaí (SP).

PUBLICIDADE

COMENTÁRIOS

DISCUS: 0