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De acordo com pesquisa, mulheres são as mais endividadas

O Serasa Experian levantou em maio, o total de 66,6 milhões de inadimplentes no país em 2022. Confira a matéria para saber mais!A situação para

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O Serasa Experian levantou em maio, o total de 66,6 milhões de inadimplentes no país em 2022. Confira a matéria para saber mais!

A situação para os trabalhadores brasileiros não está fácil. As consequências da crise sanitária de Covid-19, junto a economia com inflação e juros inviáveis, faz o número de cidadãos inadimplentes aumentarem disparadamente. O Serasa Experian levantou em maio, o total de 66,6 milhões de inadimplentes no país em 2022.

Nesse cenário, a Paschoalotto, empresa privada que atua na recuperação de crédito e no relacionamento com o cliente, divulgou dados sobre o seu contingente interno de 5,5 milhões de inadimplentes.

Do volume total da demanda da empresa, 68% dos consumidores endividados possuem entre 21 e 51 anos, sendo que dessa porcentagem 70% majoritariamente são mulheres . Os fatores para esses dados são muitos, mas segundo Reinaldo Cafeo, economista-chefe da Paschoalotto, a renda das consumidores é insuficiente para pagar todos os gastos básicos:

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“O número de mulheres que chefiam seus lares cresceu nos últimos anos e alguns fatores explicam a inadimplência mais frequente entre elas”.

O maior vilão disso tudo, segundo a financeira, é a falta de educação financeira para utilização dos serviços de crédito, como financiamentos, cartões e carnês. Mas Marina Roale, do Grupo de pesquisa Consumoteca, afirma que a situação financeira feminina foi deteriorada ao longo do tempo e o grande número de inadimplentes se dá ao constante retrocesso das conquistas femininas, como por exemplo: espaço no mercado de trabalho e salários igualitários.

“Vivemos em um País onde a informalidade de trabalho está muito presente entre as mulheres. Com isso, elas têm renda mais incerta. Este momento está sendo chamado de recessão feminina, onde as conquistas que as mulheres tiveram no mercado de trabalho retrocederam muito nos últimos dois anos”, diz Roale.

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