A imprensa é de esquerda, diz Tiago Leifert, em entrevista

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A imprensa é de esquerda, diz Tiago Leifert, em entrevista

Jornalista também revelou o que faria em um eventual segundo turno das eleições envolvendo Lula e Bolsonaro. O jornalista e ex-apresentador da Re

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Jornalista também revelou o que faria em um eventual segundo turno das eleições envolvendo Lula e Bolsonaro.

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O jornalista e ex-apresentador da Rede Globo Tiago Leifert afirmou que a maior parte dos jornalistas com quem trabalhou eram de esquerda e afirmou que quem ofende os eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL) está facilitando sua reeleição.

A declaração foi feita durante uma entrevista ao podcast “Cara a Tapa”, de Rica Perrone. Questionado sobre um suposto viés ideológico na imprensa, Leifert não escondeu sua visão sobre o tema.

“Eu concordo que tem um viés claríssimo. Eu falo sempre que tem milhões de brasileiro quietos. Não estão no Twitter, no Facebook ou enchendo o saco.

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Estão quietinhos e nós vamos saber o que eles vão fazer lá em outubro. Eu não sei o que eles vão fazer. Eu não tenho ideia. Mas eu acredito que tudo que a gente está vendo tá errado. Trabalhando nos veículos que eu trabalhei, geralmente Globo, mas era todo mundo de esquerda”, disse Leifert.

SAIBA MAIS

Em outro momento, o jornalista afirmou não entender a estratégia da oposição de ofender os eleitores de Bolsonaro, uma vez que isso os afasta. “Eu acho que todo mundo que xinga o eleitor do Bolsonaro de ‘idiota’ e ‘escroto’ está ajudando a eleger o Bolsonaro. Talvez eles não percebam.

Você tem que conquistar essas pessoas e não falar que é uma deplorável”, argumentou Leifert. Outro trecho que viralizou nas redes sociais foi quando, ao ser questionado por Perrone, Leifert revelou em quem votaria no segundo turno. “Agora você tem uma arma na sua cabeça e você vai ter que escolher”, questionou Perrone, que viu Leifert responder: “Pode atirar, pra mim não dá.

Essa é posição solitária que eu falei, nenhum dos dois, não dá”. “O Bolsonaro foi muito mal e o Lula não dá. Fez um bom governo em 2002, entendo a figura que ele é, a importância que ele tem, mas não consigo fazer o malabarismo mental de tudo o que aconteceu nos últimos anos. Não dá. Pode atirar”, afirmou o jornalista.

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